Os Limites da Liberdade
Sobre a Obra
O que significa ser livre? A pergunta parece simples. Não é.
Os Limites da Liberdade percorre essa questão em seus fundamentos filosóficos, jurídicos, históricos e civilizacionais — de Aristóteles a Tocqueville, de Agostinho a Burke —, confrontando cada argumento com evidência empírica: Tilly sobre o Estado de direito, Putnam sobre o capital social, Zuboff sobre o capitalismo de vigilância, Haidt sobre as bases naturais da moralidade.
A tese é precisa e incômoda: a liberdade autêntica não é a ausência de limites, mas a presença de orientação. Não é a dissolução de toda forma, mas o florescimento de uma natureza que encontrou a sua própria lei. A civilização que recusa os limites que a formaram não liberta o homem: dissolve as condições que tornavam possível a sua resistência.
Uma obra de maturidade rara, escrita para quem ainda acredita que as palavras têm peso e que o pensamento tem consequências.

